Jens Harder

Abaixo está a reportagem que desenvolvi a partir de uma entrevista com o ilustrador alemão Jens Harder:

O que importa é manter a cabeça aberta e fazer uma boa pesquisa

Como a trajetória de um artista alemão dialoga com a evolução narrativa do jornalismo

Por Paula Vieira 

 

“Tijolos vermelhos. A aflita monotonia do rigor e da durabilidade pela qual se distinguem nossas repartições, hospitais, prisões, escolas, agências de correio e igrejas. É um vão que um jardim com árvores outonais se esforça por emprestar ao caráter estatal do empreendimento um traço de viço e frescor. O edifício nem por isso perde seus tijolos vermelhos ou deixa de ser repartição, e mais parece que foi incrustado à força no meio da natureza. A Fröbelstrasse, aliás, fica numa região de Berlim na qual reina uma atmosfera de tijolos vermelhos. À direita, uma cerca de tábuas em volta de uma praça, um local aberto – ou semi-aberto – e pouco mais além um carroção, obviamente propriedade de gente ambulante. Prenzlauer Allee deve seu nome sedutor à presença de umas poucas árvores tísicas, nascidas das calçadas suburbanas da pobreza, árvores não da natureza, mas de um decreto municipal. Na frente o hospital, nos fundos o alojamento para desabrigados. À porta para a polícia tem uma palavra de boas-vindas a que todos aqueles que dela tentam se esquivar. Os corredores são nus, seus rostos oficiais caiados. O inspetor-chefe, um homem alto, louro, bondoso, é todo compreensão, porque já viu muita coisa. Todos os funcionários dali vestem humanidade sob o uniforme. Quem quer que, por incumbência, supervisione a pobreza perdoará o vício. Todo funcionário deve ser obrigado a servir um mês num alojamento para desabrigados, a fim de aprender a amar.”

O parágrafo acima é um trecho da tradução feita por José Marcos Macedo do livro Joseph Roth in Berlin, escrito pelo jornalista austríaco Moses Joseph Roth na década de 1920. Nele, o também autor de romances – como A Marcha de Radetzky (1932) – descreve o edifício, e seu arredor, no qual os desabrigados (sendo muitos refugiados da Grande Guerra) ficavam alojados em Berlim. Roth gostava de passear pela cidade e observar as mudanças arquitetônicas, políticas e sociais pelas quais passava a recém fundada República de Weimar. Sendo avesso ao jornalismo de manchete que se empregava nos jornais alemães da época, sua narrativa misturava ensaio e crônica. Estilo esse tão fora do padrão da escrita jornalística da época, que chegou a ser confundido com o feuílleton, do francês feuilleton, que pode ser traduzido como serial ou folhetimsuplemento inicialmente dedicado à crítica e afins, mas que, a partir de 1830, inicialmente na França, começou a apresentar, nos jornais, obras literárias divididas em capítulos.

No entanto, Joseph Roth não foi o único a inovar quanto à escrita jornalística. Ao longo dos séculos, diferentes recursos de linguagem foram sendo empregados nos textos publicados em periódicos ao redor do mundo – basta ler as obras de Felipe Pena e Nelson Traquina para constatar. E, seguindo essa tendência, há quase 20 anos, uma forma de se fazer reportagem vem se popularizando pelo mundo, principalmente na Europa: o Jornalismo em Quadrinhos. Seu marco é o ano de 1992, quando Art Spiegelman recebeu um Pullitzer especial por Maus – uma grafic novel (história contada por meio de desenhos sequenciais) que, através da representação de judeus como ratos, nazistas como gatos, poloneses não-judeus como porcos, americanos como cachorros e assim por diante, conta como os pais do autor sobreviveram ao Holocausto. Figura consagrada do movimento underground dos quadrinhos dos anos 60 e 70, o ilustrador não foi a primeira pessoa a desenvolver um relato utilizando tiras e também não era jornalista, no entanto a premiação abriu portas para Spiegelman, que passou a trabalhar frequentemente para revistas e jornais (The New Yorker, The New York Times, Playboy, Village Voice). “Uma obra em quadrinhos, linguagem com associação direta a histórias de super-heróis e infantis, ganhar um prêmio tão sério muda realmente o modo de ver as coisas”, afirma o jornalista e curador do Encontro Internacional de Jornalismo em Quadrinhos, Augusto Paim.

Mas, a final de contas, o que é o JQ? O Jornalismo Gráfico, como também é conhecido, caracteriza-se como um texto imagético composto por ilustrações que recriam relatos e fatos para “dar vida” a uma reportagem. Ainda que alguns jornais tenham cedido espaço para matérias nesse formato – como é o caso do O Estado de S. Paulo, que publicou, em 1999, a primeira entrevista brasileira em quadrinhos (um encontro entre Otto e Tom Zé promovido pela jornalista Patrícia Villalba e desenhado pelos artistas Fábio Moon e Gabriel Bá) e o britânico The Guardiam, que em publicou, em 2009, reportagens do consagrado Joe Sacco sobre, entre outras coisas, as torturas na prisão de Abu Ghraib, no Iraque – geralmente as reportagens em quadrinhos são impressas na forma de livros-reportagens. No entanto, mesmo o mercado editorial tem se mostrado muitas vezes resistente a esse tipo de publicação por ser esse um gênero, como lembra Paim, fortemente associado ao universo infanto-juvenil dos super-heróis. Isso foi o que aconteceu com o jornalista Gilmar Rodrigues quando buscava uma editora para a versão em quadrinhos de Loucas de Amor, mulheres que amam serial killers e criminosos sexuais. Uma das explicações dada a ele na época foi a de que, por ser esse um formato destinado principalmente aos jovens, uma temática tão pesada e adulta não seria adequada para o mercado.

E, assim como Art Spiegelman, muitos outros autores de obras classificadas como JQ não são jornalistas. Esse é o caso de Jens Harder. Um dos nomes da nova geração de artistas alemães, ele começou a trabalhar profissionalmente com ilustrações no final dos anos 90. Após sete anos sem desenhar profissionalmente, Harder voltou a estudar artes gráficas no curso de Design da Comunicação Visual na Escola Superior de Belas-Artes de Berlim-Weißensee (Kunsthochschule Berlin-Weißensee) e passou a publicar ilustrações de forma independente e a desenvolver trabalhos para editoras e revistas, pelos quais recebia baixa remuneração. Foi também nessa época que ele formou junto com alguns colegas o grupo Monogatari.  O nome em japonês, que remete a Genji Monogatari, uns dos primeiros romances escrito na história, caiu como uma luva, já que a proposta dos jovens artistas era buscar inovar com relação à narrativa. “O começo oficial de tudo foi 1999 com um projeto engraçado chamado Post. Komm [Pós-Comunhão], que reunia cerca de 20 retratos, do tamanho A1, em madeira, de comunistas como Castro, Breshnew e Honecker, aos quais achei por acidente durante a reforma do apartamento do pai da minha namorada. Nós escolhemos os nossos “heróis” e começamos a pintar sobre os quadros de madeira e começamos a exibi-los em diversas exposições no 10º aniversário da reunião das duas Berlim (Ocidental e Oriental)”, diz o quadrinista em troca de e-mails datada de maio de 2011.

Seu primeiro projeto de Jornalismo em Quadrinhos foi posto em prática nos dois anos seguintes, 2000-2001. Resultado de um curso de desenho realizado na faculdade, Alltagsspionage [Espionagem do dia-a-dia] reúne uma série de reportagens desenvolvidas pelos membros do Monogatari sobre lugares específicos de Berlim. Harder escolheu representar, por meio de linhas, pontos e manchas, três restaurantes que se diferenciavam pelo público que os frequentava – ricos, trabalhadores e sem-tetos. Ao invés de diferenciar os locais através de palavras, as explicações ficam por conta dos detalhes – as roupas, os ambientes, balões de fala que continham os diálogos capturados no momento, as fachadas dos estabelecimentos, etc. Para isso, o designer não fez nenhuma entrevista formal, nem se identificou como alguém que estava ali para registrar o que se passava no ambiente. Ele apenas se caracterizou conforme as circunstâncias, observou tudo o que pode, trocou uma ou duas palavras com alguns funcionários e frequentadores – ele inclusive encontrou um desenhista no restaurante dos sem-tetos – e fez algumas anotações e esboços.

Porém, essa não era a primeira vez que Jens Harder adentrava um local carregando um bloco de folhas e uma caneta esferográfica. Um tempo antes, também em 2000, ele havia registrado sem grandes pretensões o cotidiano de alguns hotéis da capital alemã se fazendo passar por turista. Por quê? Porque, como vivia em Berlim, ele nunca havia estado em um hotel. Talvez, tenha começado aí a paixão do artista por se debruçar sobre aquilo que lhe é estranho. “Quando estou desenvolvendo uma grafic novel, o assunto principal deve me motivar. Com um trabalho em Jornalismo em Quadrinhos o tema precisa ser, com certeza, muito interessante para mim, causar estranhamento, ser exótico. Assim eu escolhi o tema futebol em Basel [trabalho desenvolvido em parceria com o Monogatari sobre Basiléia, a terceira maior cidade da Suíça]. Apesar de eu não me identificar com o assunto, o esporte é tão importante para a cidade que tínhamos que incluir no livro que fala sobre ela. Com toda a pesquisa que eu tive que fazer, além de ir aos treinamentos, às conferencias e assim por diante, eu parecia um cientista indo à floresta procurar por novas espécies ou tentando descobrir como gorilas e pandas vivem.”, explicou Jens.

Como dá para perceber, o trabalho jornalístico de Jens Harder não se resume a duas publicações. “No final de 2001, nós [o Monogatari] administramos algumas exposições com esse material [Alltagsspionage] na Alemanha e na Suíça. Depois, publicamos mais ou menos uma nova antologia por ano [trabalhos em JQ sobre diferentes cidades como Basiléia e Lucena e ilustrações livres sobre monstros ou pin-ups]. Nós participamos de diversos festivais e várias exposições. Em 2002, alugamos um grande espaço perto da nossa vizinhança e fundamos um estúdio para dez/doze pessoas. Em 2004, a colaboração do grupo chegou ao fim, o estúdio ainda existe com diferentes pessoas. Nós não tínhamos nenhum método de trabalho a não ser [a intenção de] ampliar a atenção dedicada ao Jornalismo em Quadrinhos na Alemanha e usar essa forma de narração tão bem quanto nós pudéssemos”, conta o ilustrador.

De certa forma, o desejo de dar maior destaque à produção alemã de JQ se concretizou.  Com o fim do Monogatari, Jens Harder seguiu desenvolvendo projetos. Em 2005, ele foi convidado pelo Goethe-Institut de Tel Aviv para coordenar um intercâmbio entre quadrinistas – três israelenses e três alemães – do qual resultou Cargo. Lançado simultaneamente em alemão e inglês, o livro reportagem – em quadrinhos, é claro – traz as impressões que os artistas tiveram ao trocar de país, tendo em vista que ambas as nações estão ligadas historicamente pelo decorrer e pelo pós II Guerra Mundial.

Harder, que não crê em Deus, decidiu retratar Jerusalém. Ele fez uma intensa pesquisa histórica e passou dias na cidade fotografando – ao todo foram mais de 3 mil fotos -, fez vídeos, tomou nota de quase tudo que ouviu e viu pela frente e conversou ou, pelo menos, tentou conversar com os moradores locais.  “Você está certa, é realmente difícil entender o que acontece em Jerusalém. Mas, você precisa saber que a afirmação sobre a Cidade Sagrada ser um ‘hospício’ não foi minha invenção. Ela foi dita por um jornalista e cinegrafista que vive lá há muitos anos e a quem eu entrevistei sobre a situação da cidade, especialmente sobre os arredores do Muro das Lamentações. Mas, de qualquer forma, para mim não só como ateu, mas também como uma pessoa que tenta usar seu cérebro para descartar confusões lógicas, é inaceitável ouvir pessoas gritando ‘Esta cidade é nossa, ela pertence a nós!’e vê-las brigando umas com as outras. Há tantas coisas acontecendo especialmente nessa cidade, todos querem estar absolutamente certos. No final das contas, minha única conclusão é: eles todos estão errados! Eu não quero julgar crentes ou preceitos religiosos em geral, mas tentar encontrar uma posição frente aos radicais em Jerusalém, para todos esses acontecimentos malucos – por exemplo, um muçulmano guarda a chave do túmulo de Jesus, porque as sete igrejas que dividem o espaço estão constantemente em conflito ou a reação que alguns peregrinos têm quando chagam à cidade, a chama Síndrome de Jerusalém [turistas que depois de algum tempo na cidade começam a se auto-proclamar profetas, a pregar sermões e a se cobrir com lençóis de cama como se fossem túnicas]”, explica o artista quando questionado sobre o fato de suas crenças terem influenciado sua visão acerca da cidade.

Ticket to God (Ingresso para Deus), nome da reportagem do alemão que compõe o livro Cargo, chama a atenção de quem a lê por três fatores. Seu traço é incrivelmente realistas, sua composição é rica em detalhes, mas, o mais interessante, é que ele assume o seu ponto de vista, quebrando com a noção de imparcialidade, que tanto assombra os jornalistas. “Eu não sou jornalista, sou apenas um cara simples que pensa a respeito do mundo e dá vida a isso. Pode soar como uma provocação para você, mas imagino que não é necessário ser um jornalista, se você quer trabalhar como um jornalista (não como um profissional da área, mas usar os mesmo recursos que um usa) para obter resultados similares. Pode ser menos profissional do que um jornalista de ‘verdade’, mas nesse nicho do Jornalismo em Quadrinhos isso funciona muito bem. Eu não quero me tornar um jornalista, mas eu tenho um grande respeito pelo trabalho dos jornalistas. Para mim o que importa é manter a cabeça aberta e tentar fazer uma boa pesquisa acerca do que eu quero desenhar e falar a respeito”, afirma o quadrinista.

Joe Sacco é um dos grandes nomes do Comic Journalism, outro nome dado ao JQ. Influenciado pelo New Journalism de Tom Wolfe e outros repórteres que mesclavam narrativa iteraria com apuração jornalística, o jornalista maltês vem expandindo, desde os anos 1990, a visão de toda uma geração de colegas de profissão e artistas com seus trabalhos sobre Gaza, a Palestina, a Guerra da Bósnia, Sarajevo, etc. E apesar de ser um grande admirador do trabalho de Sacco, Harder faz questão de explicar como a sua obra se diferencia da dele: “Ele foi o artista que encorajou a nós estudantes a começarmos algo similar com as nossas próprias limitações. Mas, eu não vejo muitas semelhanças entre os resultados, entre a minha e a maneira dele de contar histórias, com a exceção do fato de que nós usamos o mesmo suporte e viajamos pelo menos uma vez para o mesmo país, Israel. Ele se desenha nas imagens, então ele se torna pare da história como um viajante, um jornalista, às vezes até mesmo como um amigo do protagonista. Eu sou apenas o autor e exponho algumas anotações ou comentários, olhando de fora, como um narrador em um documentário. Eu evito desenhar a mim mesmo andando pelos lugares e fazendo alguma coisa. Ele usa muitos diálogos e balões de fala como partes importantes da história. Eu uso falas ou sons apenas para fazer uma citação especial ou dar uma impressão, para esboçar a situação melhor do que em um painel mudo. Ele não é neutro em suas histórias, ele está mais ou menos tentando se colocar no lugar das pessoas. Eu estou tentando descrever o que eu estou vendo, ouvindo, comendo, eu tento combinar e concentrar tudo em poucas páginas para obter uma espécie de retrato do lugar, das pessoas, do evento, qualquer coisa, com uma certa atitude, mas não julgando, assim espero.”

Mas, não foi só o talento que contribuiu para o sucesso de Jens Harder. O fato de ter conseguido apoio financeiro também foi decisivo para que ele conseguisse colocar em prática seus maiores projetos, como foi o caso de Leviathan. Publicado em 2003, o livro conta a trajetória de uma baleia dentro de um redemoinho de tempo. O texto, que mescla imagens com trechos de Moby Dick, de Herman Melville, e da Bíblia, recebeu o prêmio Max-und-Moritz, em 2004, como melhor publicação de quadrinhos em língua alemã. No entanto, Harder garante que conseguir dinheiro com entidades para custear grafic novels é absolutamente nada comum na Alemanha. Ele informa que hoje o pólo de produção de comics é a França. Ele diz que há centenas de novas publicações todos os anos, além de uma quantia gigantesca de leitores. Assim, o mercado francês é capaz de sustentar milhares de autores e uma quantia ainda maior de coloristas, escritores, editores, impressores, vendedores de livros. “Mais de 70 pequenas e grandes feiras de comics acontecem por ano na França. Seguindo a ordem e países que tem uma produção significativa estão: a Bélgica, a Espanha, a Itália, a Suíça e, finalmente, a Alemanha, que também está fazendo um bom trabalho. Também há uma cena interessante na Finlândia, na Rússia, na Noruega, na Eslovênia e por ai vai”, garante o autor de Leviathan.

Em 2010, foi lançada a edição alemã de Alpha…directions, grafic novel que  retoma à origem do universo através do big-bang e se estende até o surgimento do homem. Jens Harder demorou cinco anos para que a obra ficasse pronta, sendo que, desde 2009, o artista vem se dedicando à produção da sua sequência. Beta…civilisations vai contar a história da humanidade e será dividido em dois livros, em função do conteúdo extenso. Depois, o ilustrador ainda pretende começar Gamma…visions, último livro, que vai encerrar a trilogia esperançosamente, segundo o próprio autor, em 2017, falando sobre o futuro. “Se você contar tudo, eu vou desenhar mais de mil páginas ao longo de 15 anos para reconstituir quatorze bilhões de anos”, conta Harder entusiasmado.

E quanto ao futuro do Jornalismo em Quadrinhos? “Costuma-se dizer que há três grandes mercados de quadrinhos, ou mesmo três grandes escolas: a estadunidense (com os super-heróis), a japonesa (com os mangás) e a franco-belga (com quadrinhos de todos os tipos, em especial os autobiográficos). Isso, claro, falando-se sobre quadrinhos como um todo. Já o Jornalismo em Quadrinhos, são alguns autores isolados fazendo no mundo inteiro. Mas, no Brasil, há um pólo grande de pesquisadores e praticantes em Salvador”, afirma Augusto Paim. Ele, no entanto, também alerta que o fato do processo de produção de uma reportagem em JQ ser lento dificulta a incorporação da prática pelas redações dos jornais diários, imediatistas por natureza. Isso faz com que o gênero dependa principalmente do apoio financeiro de mecenas e incentivos públicos, fato que somado a relutâncias das editoras em investir em novos nomes ou trabalhos ousados demais, torna-se uma barreira significativa para o gênero. Por outro lado, como constata Jens Harder, essa é uma forma de expor fatos e opiniões que vem crescendo ao redor do mundo em função de eventos que acabam difundindo a técnica e os quadrinhos em geral. Cabe aos jornalistas, quadrinistas e curiosos decidirem se querem ou não se aventurar por ela.

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