ZARA e trabalho escravo

“Nem uma, nem duas. Por três vezes, equipes de fiscalização trabalhista flagraram trabalhadores estrangeiros submetidos a condições análogas à escravidão produzindo peças de roupa da badalada marca internacional Zara, do grupo espanhol Inditex.” Assim começa a reportagem Roupas da Zara são fabricadas com mão de obra escrava publicada pela Agência de Notícias Repórter Brasil na última terça, dia 16.

No texto, Bianca Pyl e Maurício Hashizume relatam a operação que fiscalizou oficinas localizadas em São Paulo subcontratadas de fabricante de roupas da Zara, as quais faziam uso de trabalho escravo. Além das condições deploráveis de trabalho, a matéria também traz um fluxograma que explica como funcionava o esquema de contratação e distribuição das peças produzidas.

Vale a pena ler, principalmente por esta colocação:

“[…]A ação, complementa Giuliana [Giuliana Cassiano Orlandi, auditora fiscal que participou de todas as etapas da fiscalização], serve também para mostrar a proximidade da escravidão com pessoas comuns, por meio dos hábitos de consumo. “Mesmo um produto de qualidade, comprado no shopping center, pode ter sido feito por trabalhadores vítimas de trabalho escravo.”

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